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A paralisia cerebral é o termo utilizado para a encefalopatia hipóxica-isquêmica não-progressiva perinatal, ou seja, uma doença ocorrida no cérebro da criança próximo ao seu nascimento (intrauterina, na hora do parto ou após o parto), geralmente por baixa oferta de oxigênio, e que não progride. É importante notar que o cérebro com “Paralisia Cerebral” não está paralisado, não sendo, portanto, o nome mais adequado para a encefalopatia, porém, é o termo mais utilizado. Os acometimentos variam, desde leves sequelas, quase imperceptíveis, até casos graves, podendo ou não afetar o desenvolvimento intelectual. As paralisias cerebrais podem ser classificadas de acordo com a característica clínica mais dominante; sendo elas: espástica; discinética ou extrapiramidal e atáxica.